quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Dividir para se divertir

Agora ao assunto que eu devia ter tratado na vez anterior. E se trata de dividir o trabalho de narrar as partidas entre vários membros da mesa.
Sim, fora de foco 
Um bando de aventureiros desesperados (meu personagem é o do meio do grupo, entre um clérigo muito cabreiro e um drow ladino muito desastrado).
Mas porque fazer isso?
A razão mais óbvia é que isso dá oportunidade para quem está “mestrando” de poder jogar também. Já faziam alguns anos que eu não participava como jogador e isso faz uma falta tremenda.
O tempo para descansar a cabeça também é bom. Isso evita a fadiga de só narrar e pode evitar chances de cair sempre na mesma. E exceto se o grupo adora matar-pilhar-destruir, campanhas repetitivas assim não agradam a longo prazo. Mas isso já é assunto para outro post. Continuando…
Outra razão não tão óbvia é que ela dá oportunidade de preparar algo às partidas com mais calma. Seja tempo para conseguir idéias ou mesmo preparar eventos da campanha (encontros não aleatórios, ganchos de aventura) e é claro, algum roteiro alternativo, porque jogadores sempre arranjam um jeito de melar o que foi preparado.
Mas para não ficar apenas com texto, algumas fotos das partidas com o grupo da Taverna do Velho Paul, mais exatamente este pessoal aqui, exceto o Krüger, que não tem um horário bom para aparecer.

É uma campanha na ambientação Forgotten Realms, com o Giorgio narrando no D&D 3.5 nos Subterrâneos (Underdark para os veteranos). O grupo é composto pelo humano clérigo de Seluné do Pablo, drow ladino do Nathan e o meu elfo mago/guerreiro. Como tivemos problemas para chamar mais um jogador, por enquanto está assim:
PB020006 
Emboscada! (Droga de ladino distraído)
O grupo foi enganado e foi parar nos subterrâneos. Devido a dificuldade que o Giorgio planejou, começamos no 4º nível, pontuação alta para comprar atributos e dados de vida cheios. A dificuldade é maior pois o grupo não tem um “tanque”, conhecido como “defensor” na 4ª edição; o jogador que faltou ia cumprir esse papel.
Como a campanha ainda está no começo, o grupo está às escuras literal e figurativamente, não tem como dizer muita coisa, exceto:
- Tem muito beholder para enfrentar; agradeço a mim mesmo ter escolhido Sorte dos Heróis como talento regional. Falhar nas Resistências pode significar o fim do grupo.
- Aranhas, malditas aranhas. Outra razão para agradecer o Sorte dos Heróis. Se meu personagem fosse Ranger, esse seria um bicho da lista de inimigos prediletos.
- Como faz falta um anão no grupo para uma campanha dessas. Seja anão guerreiro, ladino ou ranger; quase qualquer classe seria uma ajuda. Isso me faz lembrar: nosso narrador pensou que tinha avisado que a campanha seria subterrânea, mas não o fez. Fuuuu-
PB020014 
Emboscada 2, a Missão (Seria, se não fosse a magia Alarme). O dado representa um arminho atroz abissal.
Solução para estes problemas: todos pegaram níveis de guerreiro para agüentar melhor o tranco dos combates. E meu mago/guerreiro mudou o foco de magias de ataque para magias de suporte/utilitárias; quase todos os inimigos tem resistência a magia, são muito furtivos ou ambos.
Tenho sérias desconfianças que o narrador jogou um pouco da série Eye of the Beholder (artigo apenas em inglês) que saiu para o DOS e alguns outros sistemas.
Na próxima, a outra campanha que está rolando.
Atualização 28/05/2012: Não houve fim desta campanha, nem outra campanha propriamente dita. E recuperei as fotos.
Technorati Marcas: ,

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Ananos?

Bem, este post devia ser sobre as campanhas que estão rolando, seja comigo narrando ou apenas jogando.
Dwarf Ironbreaker do Warhammer online
Só que acabei lendo nos meus feeds da Valinor essa coisa aqui. Posso e estou um tanto atrasado, mas convenhamos, a Martin Fontes ter trocado Anões por “Ananos” foi dose. Acho pobre a possível desculpa do Tolkien que pluralizava “Dwarf” como “Dwarves” ao invés do padrão da época “Dwarfs”.
Se fosse assim, “elf” devia ter sido traduzido como “duende” (arrrrggh!) e “goblin” como “trasgo” (urgh!), já que anano é um termo mais usado no espanhol para nosso querido povo das rochas e estas seriam as traduções dos nomes destes povos de fantasia seguindo a mesma idéia. Notem que os três termos, (anano, duende e trasgo) existem na língua portuguesa, mas normalmente não são usados às mesmas coisas que o espanhol.
Agora ela seria uma… anana?
Fica aqui a questão: A Martin Fontes adotou essa mudança de nome. E se as editoras de RPG adotassem também essa… “nomenclatura”, o que você diria?
Já me adianto e escrevo minha opinião: Para que mudar algo que já é usado a tanto tempo, ainda mais com um pessoal que também é conhecido por sua estabilidade/teimosia?
E agora é com vocês!
Technorati Marcas: ,,

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Cyberpunk e derivados

Estava devendo este artigo sobre os vários estilos derivados da trilogia do Sprawl do William Gibson. Mas antes de partir para seus derivados, um resumo do que é cyberpunk, numa tradução livre:

Personagens clássicos do cyberpunk eram solitários marginalizados e alienados que viviam a borda da sociedade geralmente em futuros distópicos, onde a vida diária era afetada pela rápida mudança tecnológica, por um conjunto de dados computadorizados onipresente e pela modificação invasiva o corpo humano” (Person, em Slashdot).

Outra característica marcante no trabalho de Gibson é a presença de personagens femininas fortes. Muito raramente há donzelas em perigo; quando há, é apenas temporário. Inversamente, vários personagens masculinos estão em posição de apoio, não se envolvendo diretamente na ação ou mesmo não se pondo em risco de morte. E essa característica foi seguida por vários dos copia…seguidores do Movimento Cyberpunk

Dos sistemas de RPG neste estilo cyberpunk, o Cyberpunk 2020 é o mais conhecido, sendo inclusive reconhecido pelo próprio Gibson como representante da cultura cyberpunk. O GURPS Cyberpunk também dá bom suporte, mesmo que suas regras de imersão na rede sejam, no mínimo, confusas.

Dito isso, avancemos para os estilos que surgiram a partir dessa premissa.

Pós-Cyberpunk
Spider Jerusalem na capa do
Transmetropolitan Vol. 2 (divulgação)
O Pós-Cyberpunk surgiu como uma resposta à proposta inicial do cyberpunk. Foi iniciado por Bruce Sterling com seu Piratas de Dados (Islands in the Net, no original) e um das melhores obras neste estilo é o Ghost in the Shell de Masamune Shirow. Essa última obra ganhou o título traduzido de “Fantasma do Futuro” (aaaaargh!), que é dose por vários motivos. E nos quadrinhos/comics, Transmetropolitan de Warren Ellis e Darick Robertson mostra um jornalista gonzo como personagem principal.

A diferença entre este estilo e o anterior é que o mundo distópico do cyberpunk clássico não é tão evidente. A imersão na informação e a modificação corporal invasiva ainda são o foco, mas o foco é mais humano; uma questão bastante presente é a do cyborg se perguntando se ainda pode se considerar humano depois de tantos implantes e modificações. Este estilo muitas vezes de mistura aos que vou explicar a seguir.

Entre os RPGs, o pós-cyberpunk é mais um estilo de narrativa do que um sistema de regras. Mesmo assim, alguns sistemas se prestam melhor à essa tarefa, como Mago, a Ascensão (não conheço o Despertar bem o suficiente), especialmente os suplementos Guia da Tecnocracia, Demon Hunter X e os livros sobre os Adeptos da Virtualidade, a Iteração X e os Progenitores. Por que os Progenitores? Continue lendo.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Mechas e RPG

Estou matutando sobre este assunto a um bom tempo, mas o artigo não saia.

E o porquê disso? Salvo uma exceção que é o BESM, não existem RPGs voltados para o assunto no Brasil. E não, eu não considero o outro uma alternativa para o gênero. Sim, sou um chato que frequenta o /m/, se é que me entendem.

Bem, você não está lendo isso por causa das minha picuinhas, está? Espero que não. Então, ao que interessa. Mechas (ou robôs gigantes) em uma campanha de RPG: Como e por quê.

No caso atual do(s) sistema(s) disponível(is) aqui no Brasil, a única alternativa “viável” de jogo é com os super robôs, aqueles que claramente desafiam as leis da física para funcionarem. Não que alguns robôs “realistas” não desafiem, mas no caso de super robôs, eles podem alcançar tamanhos de planetas ou mesmo de galáxias (Gunbuster e Diebuster no primeiro caso e Tengen Toppa Gurren Laggan no último; todos do estúdio Gainax). Os zords dos Power Rangers também caem na categoria de super robôs. No final das contas, quase todos os shows com robôs combinantes são de super robôs.
Valsione R e Lune Zoldark
Valsione, mecha do Super Robot Wars Original Generation (e sua piloto)
Os super robôs são um subgênero, que além de ter mechas que não tem muito compromisso com a realidade (para não dizer nenhum), costumam ter o “monstro da semana”, o inimigo a ser derrotado no episódio ou seção de jogo, no caso do RPG. E divertido de se jogar quando se quer algo exagerado, com personagens exagerados, numa ambientação exagerada. Clássicos como Mazinger ou mais recentes como o Tengen Toppa Gurren Laggan citado acima são exemplos de super robôs.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Pós Dia do D&D de 19 de setembro

Pois é. Eu até que não estava muito esperançoso para fazer esse evento. Antes da quarta, quando chegaram as miniaturas para o evento. Eu não esperava por miniaturas, ainda mais depois do anuncio que não viriam miniaturas.
A bem da verdade, as miniaturas que vieram serviram de premiação, pois as minis dos heróis (e dos monstros) não vieram e improvisei todas as minis; o Giorgio, que organizou comigo o evento, também improvisou com suas miniaturas.
Jogadores com 2 personagens cada
O finalzinho da segunda mesa, com o Giorgio dando um jeito já que alguns jogadores tiveram que sair mais cedo. Interprete como quiser.
Como a aventura era bastante aberta, cada um narrou a aventura como queria. Normalmente a aventura vem bastante fechada, mas ultimamente tem vindo com cada vez mais espaço para idéias de quem vai usa-las.
No caso aqui, a aventura tinha basicamente 2 encontros, mas que, ao meu ver, podiam ser 2 aventuras independentes. Tanto no meu caso, quanto do Giorgio, fizemos apenas a “1ª parte” da aventura, afinal os personagens dos jogadores já estavam meio que no bagaço ao final do primeiro encontro. E isso que levaram mais de 2 horas para finalizar essa parte da aventura. Dou um desconto porque praticamente metade de cada mesa era com novatos da 4ª edição do D&D. Não que algumas coisas tenham realmente mudado entre as edições, mas algumas pessoas tem problemas para assimilar mudanças, independente da idade.
Tá, posso ser um tanto parcial nessa visão das versões de D&D, já que tive que ler o Teoria Geral dos Sistemas do Bertalanffy. E eu ainda não tirei da cabeça que a semelhança do D&D4 com MMOs não foi uma boa idéia da Hasbro. Tá, é só uma opinião.
Pô, terminou?
Parte do pessoal da minha mesa ainda na loja, depois da minha garganta ter pedido arrego.
Não vou dizer que não foi divertido, ainda mais que revi um monte de gente no evento e nos dias antes do mesmo. Mas muita gente que poderia ter aparecido nem deu as caras. Bem, isso não impede que se faça o evento tradicional de novembro; só é chato.
Quanto ao que foi discutido nas mesas durante e após o evento… Se alguém for organizar uma mesa de D&D 4ª edição; beleza, mas não serei eu. Posso fazer uma de D&D 3.5, ou GURPS, ou Storyteller (exceto Vampiro, esse já encheu; queria fazer algo com Mago e/ou Changeling). Aceito até sistemas mais diferentes, como Shadowrun, Senhor dos Anéis, Cyberpunk 2.0.2.0.
E antes que pensem: Quero jogar também!
Até a próxima!
Technorati Marcas:

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Confirmado o evento do dia 19!

Dessa vez a surpresa é que o material do evento já chegou! \o/

Aos desavisados, o evento do dia do D&D de Joinville acontecerá neste sábado, dia 19 (duh). Será na Fusion Game Club, começando às 15 horas, mas nada impede que comece antes já que o critério é fechar 4 a 5 jogadores por mesa, com 2 mesas, podendo ter uma terceira se alguém se propor a mestrar.

dnd0919O cartaz do evento (um pouco editado)

Bem, por enquanto é só. Não me liguem perguntando o que vai ter (sim, já me ligaram), compareçam e participem. E não importa se você não conhece a 4ª edição. Eventos como esses ajudam a conhecer o sistema.

Nota para mim mesmo: Tenho que parar de usar o termo “cooldown”.

Até a próxima!

Ps.: Sim, os brindes vieram. Agora vocês não tem desculpa para não vir.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

3º dia do D&D em Joinville

Pois é. Podem me chamar de teimoso ou coisa pior, já que eu tinha prometido a mim mesmo que não ia organizar mais eventos do D&D até o fim do ano.

dmg2_gameday1 Cartaz pelo na cara dura do site da WotC

Resolvi dar mais uma chance e estou organizando mais um evento, agora para o próximo dia 19 de setembro. Pelo menos o material de divulgação já veio.

Quanto ao local, vai ser na Fusion novamente, no sábado do dia 19/09. O evento começa às 15 horas, para os interessados. Por que na Fusion? Os locais anteriores eram legais, mas algumas coisas mudaram, então o local também.

Então até a próxima, esperando que eu tenha algo mais para postar.

 

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Cyberpunk e RPG

Estou devendo um artigo mais decente sobre os RPGs de Cyberpunk. Então reuni vontade para faze-lo. Ou não. Talvez. Que seja.
Esse tipo de ambientação foi a primeira que usei como narrator/mestre/esfolador de personagens de jogador. É talvez a única que realmente não perdôo erros idiotas dos jogadores; Cyberpunk é uma ambientação impiedosa; quem já leu os livros do movimento cyberpunk ou viu os filmes deveria saber isso muito bem.
Sanakan do mangá Blame! (divulgação)
Um problema desse gênero é que parte do fantástico e do diferente que ele possuia agora é lugar comum, como o meio que você está usando para ler este texto. Ao mesmo tempo, não deixou de ser interessante, ao contrário do que seus críticos alegam, como estar ultrapassado, e ultrapassado, e ultrapassado, repita ad infinitum.
Deixando os reclamões de lado, tivemos no Brasil alguns RGPs representando este gênero:
Cyberpunk 2.0.2.0., que considero que tem o maior nível de mortalidade de personagens dos jogadores; golpes/tiros bem localizados tem como matar um personagem com relativa facilidade. Mas isso não chega a estragar a diversão; muito pelo contrário, foi o sistema que mais me diverti e vi também as idéias mais piradas por parte dos jogadores.
GURPS Cyberpunk, que anda lado a lado em mortalidade com o anterior. Por ser um sistema mais genérico, fica mais fácil misturar outras ambientações, como no suplemento Cthulupunk, que mistura a obra de Lovecraft com o movimento iniciado por Gibson. O que ainda me irrita é o modo como trataram a rede, sendo um tanto confuso, até mesmo para mim que sou formado em Ciências da Computação. Ou especialmente para mim, porque aquilo é uma salada só. Detalhe que este livro possui apenas as regras, a ambientação mesmo está no GURPS Cyberworld, nunca lançado em português. E que é outra salada difícil de engolir.
Shadowrun, que já está na 4ª edição, mas no Brasil só foi lançada a 2ª edição. Misturando cyberpunk e fantasia, é um sistema/ambientação que costuma gerar algumas discussões entre “puristas” e os fãs de Shadowrun. Possui um sistema de magia que confunde a cabeça de muito iniciante, pois muitos não entendem que a magia deste sistema fere o usuário dela toda vez que é usada. Bem, em partes. Jogadores inteligentes sabem como lidar com isso. Some-se a isso anões, elfos, orks (sim, com “K”) e troll e se tem uma mistura de fantasia e tecnologia indigesta aos “puristas”, mas que é a festa para quem gosta. Considero os personagens neste sistema os mais resistentes dos três já citados.
Fugindo um pouco aos RPGs estritamente cyberpunk, fica a menção do Mago, A Ascensão, do sistema Storyteller. Não sei se na versão mais nova já apareceram as regras de cyberware, mas o Guia da Tecnocracia e no Demon Hunter X possuem regras para implantes tecnológicos para personagens. E toda a ambientação do Mundo das Trevas funciona bem os temas de cyberpunk.
Na próxima, tipos de partidas/campanhas na ambientação cyberpunk.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Hora de decisão

Para quem tem feed ou acompanha de alguma forma as atualizações aqui, já notou que posto pouco.

São várias razões. Uma, que estou muito parado com RPG. Duas, falta de inspiração. E três, a interface do blogger me incomoda.

E por último, estou preparando um blog mais ao meu gosto, para falar de qualquer coisa. Está muito cru, mas já está no ar no ehayashi, sendo parte do meu futuro site pessoal. Coloquei no ar hoje, então tem muita coisa fora do lugar.

Ainda quero preparar outras coisas, aviso quando tiver mais coisas.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Devagar, devagar...

É como tem andado minha cabeça quando se trata de RPG.

Quando estou mergulhado no trabalho, às vezes me aparecem ideias para RPG. Mas como estou sem grupo no momento, raramente elas aparecem. Não é o caso do livro que estou prometendo a mim mesmo (e alguns amigos), esse estou cozinhando a um tempo e já tentei usar a ambientação dele para jogos, mas sempre acontece alguma coisa estranha.

E ainda estou devendo a série de artigos sobre cyberpunk. Quanto a esse, posso dizer que a qualidade do artigo na Wikipedia em português me surpreendeu um pouco; não está tão ruim, mas não foge ao clássico "o artigo em inglês é melhor". Se o leitor souber inglês, vá à fonte. Ainda tenho que trabalhar o texto, que não vai ser algo incrível.

E agora para algo completamente diferente:


Até a próxima!


segunda-feira, 29 de junho de 2009

Preguiça? Não...

...foi completo esquecimento.

É, eu esqueci que este blog existe no último mês. Não me organizei e deu nisso de não postar nada. Mas eu tenho minhas razões.

Bem, isso não é muito preciso quanto ao meu trabalho atual, mas não está longe também. Mas felizmente vou ter uma pausa em breve.

E é muito provável que eu comece a postar um material de uma campanha que eu ainda pretendo tirar do estado de mero plano. Voltada para sistemas como GURPS e Cyberpunk 2.0.2.0./Fusion, é baseada num material que preparei com o Fábio Ori, onde ajudei a criar a ambientação e personagens.

A ambientação desse trabalho conjunto vem de coisas que usei em campanhas e dos livros do movimento cyberpunk. Não vou revelar muita coisa do roteiro que fizemos; apenas algumas idéias.

E para aqueles que pensam que o Cyberpunk morreu: Pode até ser que ele como foi concebido tenha realmente ido ao "/dev/null" (morrido, para os que não entendido), mas ele tem gerado alguns "processos-filhos" que tem se virado bem (o Pós-Cyberpunk e o Steampunk). Não sabe do que estou falando? Não se preocupe, pretendo explicar isso em post futuros.

Até a próxima!

sábado, 9 de maio de 2009

Piadinha de mau gosto

Bem, que eu gostaria que fosse.

No post anterior, eu havia comentado que "talvez" (ênfase no talvez), o GURPS 4ª edição fosse lançado no próximo EIRPG.

E agora eu li aqui no Pensotopia que não haverá EIRPG esse ano. E a primeira coisa que me veio a mente foi: EIRPG -> GURPS 4ª edição; sem EIRPG -> sem GURPS 4ª edição. Isso não deveria ter relação alguma, mas desculpas esfarrapadas não são algo incomum quando de trata de Devir.

E para quem acha que estou muito azedo... Sim, estou. Como qualquer jogador de GURPS, eu não gosto do tratamento da Devir; mas eu tenho algo que pode até ser um agravante (ou não):


Sim, a data é de outubro de 1999 e o livro é o GURPS Compentium I da 3ª edição assinado pelo Douglas Quintas Reis. Na época eu sequer iria imaginar que passados (quase) 10 anos, nada de novas edições em português. Isso que eu considero o lançamento dos Compentiums algo como um GURPS 3.5, já que eles compilam e esclarecem muitos pontos que até hoje muita gente discute nas comunidades e fóruns pela internet brasileira. E muitas das regras da 4ª edição já estavam presentes como opcionais nos Compentiums I e II, como usar ST para determinar PVs e HT para determinar Fadiga.

Pode até ser que eu poste algo falando sobre estes Compentiums e sua relação com a 4ª edição. Mas outra hora.

Até a próxima!


Olá novamente!

E novamente um longo tempo se passou desde o último post. Mas eu explico: Sem emprego e trabalhando em casa, acabei ficando sem tempo e inspiração pro blog. É chato, mas é fato (rimou sem querer).

Estou sem grupo de RPG e os que querem jogar, só falam de D&D (3.5 ou 4.0). Espero que o rumor que sairá GURPS 4ª ediçao no próximo EIRPG seja verdade, estou cansado de fantasia heróica/épica.


Pois é, já faz um tempo que me bate a vontade de jogar/mestrar supers no estilo Grimdark. E o que seria isso? Até onde meus parcos conhecimentos desse estilo vão, ele se caracteriza pela ambientação "dark" (dã!), onde os heróis tem que ser durões e muitas vezes tão maus quanto seus inimigos, realmente anti heróis. Sarcasmo e humor negro são uma constante neste estilo, assim como grandes diferenças no poder dos personagens.

A maioria dos sistemas que aceitam esse estilo costumam ser bastante mortais para os personagens, como o Fuzion/Cyberpunk 2020~2040, Shadowrun, GURPS Cyberpunk e outros que não lembro no momento.

E o que esse post tem de mais? Bem, fora esse recado que não morri, nem abandonei o blog... É para dizer que estou preparando outro site para mim, mas no caso é para ser algo mais profissional, já que este blog é sobre meu hobby favorito e o outro vai ser uma pouco mais sério. Só isso!

Até a próxima!


sexta-feira, 24 de abril de 2009

Tempo parado...

E isso me incomoda.

A bem da verdade, estou um pouco sem inspiração para postar no blog... Minto, é a mais pura falta de vontade mesmo.

Não ter uma campanha andando faz isso com a cabeça. A droga é que cansei de D&D e a esmagadora maioria dos jogadores daqui querem D&D, principalmente pelo hack 'n' slash e porque mesmo com 1 ponto de vida, o personagem bate igual como se estivesse com todos, isto é, o típico videogame de mesa que cada vez mais abomino.

Parece que tenho que insistir mais um pouco com o pessoal daqui pra ver se uma campanha em GURPS se encaminha. E que não seja medieval.


Se eu pudesse apenas jogar um tipo de campanha, seria essa da placa motivacional. É o tipo que costuma me divertir mais (exceto pelos eventuais vômitos do personagem).

Para quem não entendeu, esse aí em cima é o portal dimensional do filme e série de TV Stargate.

Bem, post curto só para quebrar o jejum.

Até a próxima!


quinta-feira, 9 de abril de 2009

Agora sim que eles avisam...

A família do Dave Arneson confirmou a morte dele. Na verdade ele já tinha ido na terça, mas eu sempre tenho um ou dois pés atrás com esse tipo de notícia.

Se eu fico triste com esse tipo de notícia? Não muito. Sou frio? Talvez. Mas eu não acho que a morte seja algo tão terrível como muitos gostam de colocar. Talvez porque eu fico imaginando como ele vai se divertir para onde ele foi.

No mais... Boa viagem, Dave Arneson! Os que ficam agradecem a sua contribuição!

terça-feira, 7 de abril de 2009

É a pressa de enterrar...

...o Dave Arneson?


Imagem pega na cara dura do site da Gamespy PC

Para quem não sabe quem é o Dave Arneson, ele é o co-criador do D&D, junto com Gary Gygax. E além disso, manteve por um bom tempo seu cenário de campanha Blackmoor, que ganhou uma atualização para o D20 enquanto ele ainda podia trabalhar. Criador de RPGs, designer de jogos de computador e professor universitário, ele preferia a interpretação e criatividade no lidar com as situações, ao contrário do matar-pilhar-destruir e a inevitabilidade (que criaram a expressão "dungeon gygaxianas" para aventuras onde os heróis morrem com o menor deslize) presentes no trabalho do Gygax. Bem, mas essa é a minha opinião. Eu gosto do trabalho dele em Shadownrun. FATO.

O motivo do post é a sede que alguns blogs de RPG tiveram em noticiar a suposta morte dele. Já faz um ano que seu antigo parceiro (e aproveitador, para os que não conhecem a história toda) foi "passear pelos planos externos". Mas o Dave ainda não foi desta vez. Pode até ir nas próximas horas, ou dias, ou anos; cancer é uma coisa danada porque quando descoberto tarde, faz a pessoa sofrer um bocado.

Só posso desejar boa sorte, porque o pessoal já quer enterra-lo vivo.

Até a próxima!

Ps.: Pessoal que andou "noticiando" a morte do Dave Arneson, não me levem a mal. Mas essa pressa de enterrar ícones da cultura RPGista chega a ser... doentia.


segunda-feira, 6 de abril de 2009

Meu Cantinho Nerd

Esse aqui eu estava devendo para mim mesmo desde a época que postei meu cantinho nerd na época de editor do Muita Pimenta. O tempo passou, meu cantinho nerd não mudou tanto assim, mas eu me sinto diferente... E com uma câmera digital melhor, me senti a vontade de postar novamente meu canto.


A Mesa

Minha mesa, que arrumei antes de tirar a foto, e a cadeira. A principal diferença é que o gabinete agora está na direita, estava no lugar da impressora. Meus porta trecos estão separados; um perto do gabinete e outro na frente da impressora. O monitor fica entre o gabinete e o mini system, na posição mais própria para mim e imprópria para os eventuais xeretas.

Os trecos mesmo estão nas próximas imagens:


A Estante da direita

Está na direita e atrás para quem estiver usando o computador. Em cima está uma das caixas acústicas ligadas ao mini system, aproveitadas de um velho toca discos; com ela estão vários cases de cds, que por sinal deviam estar no lixo. Não sei mais o que tem neles ou mesmo se o leitor vai conseguir ler. As embalagens de biscoitos, chocolates e celulares ou estão vazias, ou tem lixo. É, ainda esqueço que tenho que jogar fora algumas coisas.

Mais embaixo estão meus livros de RPG. GURPS, D&D e Storyteller, com mais alguns sistemas aleatórios, como Fuzion, Shadowrun. GURPS são a maioria, seguido de perto pelo Storyteller; D&D ocupa bastante espaço, ali só tem 10 livros, mas ocupam o espaço equivalente a 20 livros de GURPS. Os cds junto dos livros eu uso para ter algumas idéias e antes que vocês se enganem, são originais; ali no meio tem Homem de Bem, Raul Seixas, Engenheiros do Hawaii, Pink Floyd.

O nível logo abaixo tem muita tranqueira. Sinceramente não dá vontade de arrumar, mesmo sendo uma boa idéia. O pote de sorvete tem algumas das minhas miniaturas de D&D que na maioria acumulei ao organizar eventos; não acho que eu vá organizar algo assim tão cedo. Ali também estão alguns livros e quadrinhos que costumo comprar: A trilogia do Sprawl (Neuromancer, Count Zero, Monalisa Overdrive) do William Gibson, a série em quadrinhos d'O Tigre e o Dragão da dupla Andy Seto e Du Lu Wang, entre outros. Mais embaixo, o rack de cds e minha pilha de papel sufite e "tiles" para mapas de D&D.

Descendo um pouco mais, algumas pastas com Magic The Gathering, miniaturas de Pirates e alguns livros empilhados de AD&D e D&D 3.0. E lá embaixo, na foto, várias caixas com peças e periféricos de computador, além de tubos de cds vazios. Tem algumas mochilas espalhadas também.


A Estante da esquerda

A que fica logo atrás da mesa, com uma das caixas acústicas lá em cima, junto com minhas caixas de papeladas diversas. Logo embaixo da caixa estão algumas caixas de miniaturas, uma life potion e uma mana potion, digo, garrafas de água e logo atrás pastas e caixas com mais Magic.

No nível seguinte, mais cartas de Magic atrapalhando onde estão meus livros de referência para o estudo na época da faculdade e para os meus trabalhos atuais. Tem também alguns livros sobre saúde e RPG e um livro perdido ali, sobre hidráulica da minha época de curso técnico mecânico.

Descendo um pouco, meus cantis adorando a prateleira com a caixa da câmera que usei para fazer as fotos, juntos estão meus livros dos cursos de língua japonesa e sindarin, assim como vários dicionários de português, inglês e japonês. Essa é a área desta estande que mais mexo, pois tem livros de literatura e vários outros assuntos. Por exemplo, ali tem Bhagavad Gita, Dhammapada, Tao Te Ching, Divina Comédia, O Príncipe, O Livro dos Espíritos, Arte da Guerra e livros do Osho; a bíblia não está ali porque passei para minha mãe. Tem também livros sobre reiki, feng shui e runas; e literatura como Admirável Mundo Novo, O Senhor dos Anéis e as light novels do Rurouni Kenshin.

Para baixo só tem mais aletoriedades, como minhas pastas com Magic, back-ups e até mesmo a caixa do meu Super Nintendo, que ainda funciona sem problemas.

O baú ali do lado foi feito pelo meu avô Antônio Bisewski e está firme e forte. Ele sabia como trabalhar com madeira de um jeito que raramente vejo atualmente.

Então, aí está meu cantinho nerd, para quebrar um pouco o jejum de posts aqui no blog.

Até a próxima!

Ps.: Comentem! Eu sei que recebo algumas visitas, mas é chato ninguém comentar! :S


quarta-feira, 1 de abril de 2009

Enquanto isso, abaixo do Equador... Ou: O que houve com o evento

Agora confirmando, depois que recebi um comunicado da Devir.

Nenhum material para esse último evento, já que o pessoal da Receita Federal/Despachantes Aduaneiros querem no mínimo R$ 400,00 para liberar o material.


Realmente... Organizar eventos assim me dá essa sensação.

E a Wizards não vai liberar nenhum material à América Latina para os eventos do Monsters Manual 2 e Dungeon Master 2 do D&D 4. Não é só a aduana brasileira que está encrencando; então a Wizards desistiu da América Latina enquanto continuar essa palhaçada.

Eventos, se houverem, apenas no ano que vem. E eu não vou imprimir mapas e miniaturas de papel.

A princípio, é só isso de eventos que teremos este ano. Ou seja, nada.

Revoltante? Sim. Isso quando não tem algum "político" preparando alguma lei sem noção contra o RPG. Mas o jeito é seguir em frente; e depois se perguntam porque tanta gente importa ou simplesmente baixa os livros.

Até a próxima!

Ps.: Dane-se o 1º de abril! Esse post não é brincadeira, não haverão eventos até o final do ano por conta dos desmandos de uma certa empresa.


quarta-feira, 25 de março de 2009

E mais um capítulo dessa novela…

Pois é pessoal… Pelo que notei, os eventos do último dia do D&D ocorreram em São Paulo.

tedio

Já aqui, como estou longe do aeroporto Vira Copos de Campinas, fiquei só no desejo. E ainda estou na luta para ver se consigo o material para realizar o evento. Vocês até podem perguntar “por que não fez o evento com o material que o pessoal liberou?”. Aí estão minhas razões:

O folheto de aventura tem uma boa quantidade de páginas e não pense que apenas 1 livreto é suficiente; eu não sou o único narrando a aventura e eu consulto bastante esses livretos.

Miniaturas de papel podem ser legais, mas muitos devem concordar que não é a mesma coisa, ainda mais que o brinde para os jogadores seriam as miniaturas. E tendo por base os últimos eventos, os “jogadores de RPG” de Joinville não participam destes eventos se não tiver algum brinde. FATO.

Vários dos narradores não são diferentes dos jogadores acima. Se não tiver brindes para eles, eles nem aparecem para narrar. FATO².

Eu não tenho dinheiro para ficar esbanjando. Se eu tiver que desembolsar dinheiro para pagar por algo que deveria ser de “graça” (modo de dizer, tem o esforço de organizar e narrar no evento). Se a Receita Federal/Aduana/Despachante Alfandegário quiserem me cobrar os olhos da cara, não haverá evento. PONTO.

Estou revoltado com a situação? Pode ter certeza. Mas não desisti ainda, mesmo que a placa desmotivacional seja bem fiel ao que sinto no momento. E sim, o fato eu estar desempregado semana que vem não significa que eu vou ter férias do meu futuro ex-emprego.

Se qualquer novidade aparecer, eu posto avisando.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Ora, vejam só...

E não é que a alfândega resolveu liberar os kits?

Acho que não passou nem uma hora do post anterior e liberaram os kits de aventura. Por acaso é "me xinga que eu gosto"?

Então... O evento está de pé, só dependo da boa vontade do correio de entregar num horário que tenha alguém aqui em casa.

Vou ver se tiro uma foto do material, assim que chegar.

terça-feira, 17 de março de 2009

Pois é…

Acabei de receber o recado do Otávio da Devir.

A alfândega não vai liberar os kits da aventura se se não for feita uma burocracia infernal. ha

Sim, foi podre. Mas, de certa forma, é fato. Os kits não vão chegar a tempo, se chegarem. Ainda vou falar com o Giorgio sobre isso, mas há grandes chances de não rolar nada.

Quanto isso, eu estou em ritmo de “vestibular” até quarta de noite.

Até a próxima!

sábado, 14 de março de 2009

E para não perder o costume...

Aconteceu de novo. Os kits da aventura do Dia do D&D que acontecerá no próximo dia 22 estão retidas na alfândega, lá em Campinas.



Na real, porque não conseguem acertar pelo menos uma vez? É sempre a mesma ladainha... Ou melhor, às vezes é diferente, com o material, além de chegar atrasado, vem incompleto. Mas prefiro não pensar nessa possibilidade.

E eu que estava tão animado, porque dessa vez eles permitiram que a gente rastreasse a remessa do material. E eu já vi ontem de manhã que a alfândega tinha retido a carga. O aviso oficial só veio a tarde.

Agora é acompanhar e ver se isso chega pelo menos na sexta.

Aviso se houver qualquer mudança.


quinta-feira, 12 de março de 2009

Yo! Surpresa!

Bem, que surpresa é essa?

A surpresa é principalmente minha: O pessoal da Devir avisou com antecedência que o material do evento foi postado ontem lá nos “States” e até mesmo me passaram o número de rastreamento.

fed_ex Pode chamar de jabá, mas eu recebo o material através deles.

E o que tem de incrível nisso?

Nesses anos todos, sempre ficamos no escuro, apenas imaginando quando e se o material viria para o evento. Confusão que aconteceu no anterior e me fez pensar seriamente se iria continuar com isso.

Isso soa como um desabafo e de certa for é. Mas uma mudança assim é muito bem vinda. Melhor que isso seria haver uma concorrência real nas empresas de RPG no Brasil, mas aí seria querer demais. Bem, não custa sonhar.

Quanto ao evento, a princípio serão 2 mesas. Não pretendo chamar outros narradores, a não ser que se voluntariem e que já estejam regularizados frente a RPGA. Já me pediram para narrar antes, mas o pessoal sempre tenta fazer os testes de Arauto (Herald) em cima da hora.

Alerta:

no-blades Ah, aos desavisados: Isso não é um evento de interpretação ao vivo, vulgo LARP ou live, como é conhecido aqui. Sei que é legal interpretar o que o personagem vai fazer, mas o local do evento não tem tanto espaço físico.

Bem, até a próxima!

quinta-feira, 5 de março de 2009

Confirmando o D&D Gaming Day de Março!

Bom, pessoal! Aqui está seu blogueiro ausente de novo! E agora para falar sobre o Gaming Day que já falei aqui.


Bem, agora com mais alguns dados:
- O nome da aventura é "Uma noite sombria em Urze Lamuriante", do original One Dark Night in Weeping Briar. Como de costume, não espero receber o material em português e vou me ver obrigado a traduzir ao menos as fichas. Exato, eu não espero que o pessoal da Devir faça isso, já cansei de esperar traduções por parte deles.

É uma aventura para 5 personagens de 11º nível, ou seja, iniciando Paragon ou algo assim.

Os personagens prontos são... se prepare para umas atrocidades:
  • Uma drow vingadora (é, avenger se tornou vingador(a)).
  • Um tiefling invocador (aqui não tem nenhuma "novidade")
  • Um gnomo bardo (ora, algo mais ou menos normal)
  • Um farjado-bélico bárbaro (mas que bost@ de tradução é essa?! de warforged para farjado-bélico? não... sem mais comentários.)
  • Um draconato paladino (já usando regras do Divine Power)
O evento deveria ser no dia 21, mas como os atrasos no material serem a regras e não a exceção, o evento será no dia 22, lá na Fusion Game Club, a tarde e assim que a loja abrir. Eu sei, não é muito tempo, mas como da última vez quase ninguém apareceu, fica o recado: Apareçam!

Se novamente os jogadores derem uma de tratantes, não reclamem depois do porquê não haver eventos de RPG na cidade.

Pronto, falei!

Ps.: Sim, falei pouco sobre a aventura. Ei, eu vou mestrar e não curto spoiler. E os jogadores mais experientes podem trazer material para escrever e seus próprios dados. Esses 2 estão sempre em falta nesses eventos.

Edit: Esqueci de mencionar que o evento é na Fusion. Vão no item Loja que lá tem um mapa de como chegar lá! Cliquem no mapa para amplia-lo.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Feliz Ano Novo! De novo!

Pois é. Passou o carnaval e só agora a maioria dos serviços realmente toma jeito que o ano começou. Para mim, passadas (quase) todos os pagamentos de taxas, alguma coisa vai voltar ao normal por aqui. Como os impostos não esperam, até por causa do próprio nome que tem, eu não tive como atualizar normalmente.

Então, para esquentar, aí vai uma placa motivacional ao estilo da blogosfera copiadora que temos neste Brasil. Copiadora porque eu já conheço isso faz uma era no 4chan:

motivatorrickashley

Na real, é estranho como essas modinhas chegam tão atrasadas. A do “fffffffffffff*ck” é outra sendo mal executada e como sou contra correntes e “bandwagons”, postei essa só por ela me ter feito rir dos filmes do Bond que não colam mais. Me chamem de antiquado, mas eu prefiro a época do Sean Connery.

Na próxima… Ou vai o artigo sobre o arcade velho de guerra das TMNT ou o que estou assistindo. Preciso escolher.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Tradução Show!

Para variar um pouco, enquanto não junto material para o próximo artigo dos jogos que marcaram minha juventude, fui reparar numa esquisitice enquanto fazia manutenção num banco de dados:

wtf20090212

Eu não reclamo tanto assim, mas que diacho é isso? Eu sei que a Sun só tem feito besteira com o mySQL, mas isso? Como eu gostaria que os criadores deste banco de dados escolhessem um nome melhor para o novo projeto deles.

Até a próxima!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Jogos que marcaram minha juventude: D&D Tower of Doom e Shadow Over Mystara

Olá a todos! Este post é o primeiro de mais uma série. Desta vez, os “jogos que marcaram minha juventude”. Na minha época de pirralho, eu jogava quando podia, torrando fichas e horas nas máquinas, como Final Fight, Cadash, Knights of the Round, Teenage Mutant Ninja Turtles, The Simpsons, entre outros.

E vou começar com dois jogos que joguei bastante: D&D Tower of Doom e sua seqüência, Shadow Over Mystara. Ambos foram ambientados no mundo de campanha criado pelo finado Gary Gigax para o D&D 1ª edição. Ambos são jogos “beat-them-up” como Final Fight e Streets of Rage, um estilo bem comum a sua época.

Os dois jogos começam de um jeito bem gigaxiano, com os personagens se envolvendo logo de cara num combate para ajudar alguns azara... digo, personagens não-jogadores. Quem jogou o Temple of Elemental Evil para PC deve lembrar do esquema.

Tower of Doom
No primeiro jogo, o grupo de personagens selecionáveis era composto pelo Anão, Clérigo, Elfa e Guerreiro. A Capcom fez uma transição que considero boa às telas, dentro das limitações do jogo. A “mochila” de cada um tem espaço para adagas, flechas, frascos de óleo e martelos de arremesso. Vários inimigos típicos do D&D estão lá, como os kobolds pentelhos, os gnolls irritantes, trolls que teimam ficar vivos, ogros fortes e estúpidos, mortos vivos teimosos, trogloditas fedorentos, o beholder e sua maldita visão antimagia, até chegar no último chefe, Deimos o Lich. Diga-se de passagem, ele é muito chato, por ser imune a maioria das magias.

Shadow Over Mystara
Aqui que a coisa se torna interessante. Com uma mecânica melhorada e dois novos personagens, a Ladra e o Mago, os vários golpes especiais e de comando executados ao estilo Street Fighter fizeram com que o segundo jogo fosse muito mais divertido que seu predecessor.
O esquema de se escolher caminhos diferentes no decorrer do jogo continuava presente, mas dependendo do caminho, era possível pegar algumas das armas mais poderosas do jogo. E agora a presença de alguns personagens no grupo abria outros caminhos alternativos para seguir.

Falando em personagens, neste jogo havia um extra em cada um:
Todos os personagens possuem duas “versões”, com pequenas mudanças de aparência, roupas e até mesmo poderes. Era possível escolher dois personagens “iguais” no multiplayer. As mochilas tinham 6 espaços e itens podiam ser vendidos nas lojas. Havia um menu radial com os vários itens e personagens com magia podiam acessa-las usando salto para trocar de menu.
  • O Anão podia realizar um combo de golpes que prendia os sacos de pancada, isto é, segurava seus inimigos na sua seqüência de golpes. Fora outros golpes devastadores que faziam dele uma máquina de bater.
  • O Clérigo estava muito melhor, já que tinha a sua disposição um arsenal melhor de magias. E sua lista de magias mudava de acordo com a versão escolhida.
  • A Elfa era uma personagem bastante equilibrada entre espada, magia e arquearia. De fato, nesta versão ela tinha flechas ilimitadas e podia atirar 5 em uma seqüência rápida. E sua “morte vinda do céu” poderia continuar indefinidamente se o jogador soubesse reorienta-la após cada estocada.
  • O Guerreiro podia equipar qualquer arma do jogo, tais como espadas de duas mãos ou mesmo equipar uma espada curta para atacar com duas armas. O Guerreiro estava no jogo para espancar inimigos e era muito bom nisso!
  • A recém chegada Ladra era uma personagem mais complexa que os antigos, pois suas habilidades e sobrevivência dependiam bem mais da perícia do jogador que os outros. Mas dominar suas habilidades era recompensador: seu ataque ascendente terminava com um arremesso de frasco de óleo grande de brinde, tinha pedras de funda infinitas, podia arremessar pedras durante o pulo e era capaz de roubar itens dos inimigos. Roubar uma espada longa para ela é básico para mim, para compensar a espada curta que ela inicia.
  • E o Mago... se assoprar ele morre. Mas ele possui simplesmente as magias mais destruidoras do jogo, se ele chegar aos chefes com suas magias, eles não duram nada; fora o especial “Final Strike”, que só é possível com ele no grupo. Porém, ele é o personagem mais difícil de se manter vivo.
Detalhe importante sobre o Anão e a Elfa: Ambos param de evoluir logo no começo do jogo, mas isso não significa que fiquem muito atrás dos outros. O Guerreiro leva muito níveis para alcançar a pontuação de vida do Anão e precisa de equipamentos para se igualar o dano que o anão é capaz de causar. E a elfa pode equipar espadas longas e algumas das armas mais poderosas do jogo, como as espadas elementais.
Quanto aos monstros do jogo, além dos presentes no primeiro, aparecem também os elfos das sombras, os drows de Mystara. São uns tipos chatos, se teleportando para atacar por cima. A presença de dragões também é maior neste jogo; o anterior tinha apenas um dragão negro um tanto fraco, neste é possível encontrar quatro, inclusive a chefe final, uma dragoa vermelha. E como é comum em aventuras gigaxianas, era possível o personagem morrer instantaneamente se a estratégia correta não fosse usada contra os inimigos.
Então está aí, uma resenha “rápida” para matar as saudades! Agora tenho que decidir qual é o próximo jogo, que com certeza não será Battletoads; este aí ainda me dá arrepios só de lembrar que eu tinha que memorizar o caminho e o tempo para passar de fase.
Até a próxima!


Ps.: O jogo foi feito pela Capcom e o D&D é propriedade da Hasbro e blá, blá, blá, copyright, blá, blá, blá. Vocês já conhecem a ladainha.


quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Gaming Day de lançamento do Player’s Handbook 2

Notícia aleatória para os que curtem o D&D 4, ou os que simplesmente gostam dos eventos de RPG.products_dndacc_9780786950164_lgpic

O evento está longe ainda, mas é sempre bom avisar com  antecedência. Aqui em Joinville, Santa Catarina é provável que ocorra no dia 22 de março (domingo), devido ao encontro de datas de eventos no sábado.

Mas do que se trata realmente este evento? Bem, pura e simplesmente é o evento de comemoração do lançamento do segundo livro do jogador do D&D 4 para os estadunidenses.

E o que ele tem? Além da minha sensação de caça níquel, ele possui as regras do D&D 4 para 8 classes e 5 raças“novas”. A lista inclui:

Classes:

  • Avenger (vingador?)
  • Barbarian (bárbaro)
  • Bard (bardo)
  • Druid (druida)
  • Invoker (invocador?)
  • Shaman (xamã)
  • Sorcerer (feiticeiro)
  • Warden (protetor?)

Raças

  • Gnomos
  • Meio-Orcs
  • Shifters

Não sei quais são as duas raças faltantes, mas estou desconfiado que tenha algo a ver com os warforged.

Quanto ao evento mesmo, estou organizando de novo, mas não vou preparar tantas mesas, apenas duas. Mais adiante devo ter mais informações, então fiquem ligados!

Até a próxima!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

O problema dos nomes élficos, parte 2

Bem, eu não esperava um deslize deste tamanho, mas acontece. A falta de motivação é grande, mas o jeito é ir em frente! Desculpe a demora, pessoal!

Voltando ao assunto dos nomes élficos, o problema de usar Sindarin ou mesmo Quenya e que muitos nomes usados atualmente podem virar apenas um nome nestas linguagens. Do outros artigo, o melhor exemplo é Elisabete, que possui uma multitude de versões: Bettina, Eilis, Elina, Elisabeth, Elizabeth, Elisa, Elly, Elsa, Lisa, Lisette, entre várias outras. E todas caindo em Erunweth (ou Erunwethril).

Mas antes de continuar, os mais observadores devem ter percebido que o texto para Gustavo ficou estranho. Na verdade o texto deveria passar a versão em Qenya para o nome e eu ia tentar explicar uma possível versão em Sindarin. Mas como o nome é complicado, vou tentar improvisar:
Eu encontrei na Valinor, uma tentativa de tradução do nome, mas longe de ser correta, já que passaram ao tradutor um sentido errôneo ao nome. Gustavo vem do Nórdico Antigo, com as palavras gautr "godo" e stafr "cajado, cetro", sendo que gautr era uma referência dos godos a eles mesmos, como povo, então...

Vandil (cajado) + gwaith (povo) ~ Vandilwaith

O "do" de "cajado do povo" pode ser ignorado por ser uma palavra composta. Bem, tenho que admitir que por ser um nome de origem alemã, acabei fazendo esse nome élfico com jeito alemão: juntar tudo e depois tentar pronunciar. E olha que fica uma coisa meio "vandilvaif", mas o W é com som de U mesmo.

Feitas as devidas correções, afora ao que eu devia passar dessa vez: Elfos com nomes humanos.

E escolhi uma personagem de jogos para tanto. Na verdade são duas, a Lucia e a Kayla dos jogos da Capcom baseados no D&D 1ª edição. Na imagem, a Lucia está de verde e a Kayla de azul. São basicamente a mesma personagem, já que é uma que as skins não tem habilidades diferentes entre si no antigo jogo beat-them-up "D&D: Shadow Over Mystara".
Se formos reparar (e pesquisar) bem os nomes delas, veremos que são nomes bem humanos. O caso da Lucia é fácil; este é um nome muito comum em vários países e vem do latim para "luz". E faz sentido, já que os elfos nórdicos tradicionais eram chamados de "elfos da luz"; não sei se o pessoal da Capcom pesquisou isso, mas acho bastante provável. Já a Kayla é mais complicada; parece ser do iidiche, que por sua vez vem do hebraico Kelila "Coroa de Louros". Eu diria até que o nome é bem próprio. Nas artes onde as duas estão juntas, a Lucia está sempre alegre e a Kayla, altiva/séria/desinteressada, basicamente uma "elfa nobre".

E porque dessa ladainha toda para explicar o nome delas? Bem, ao meu ver, é mais legal um personagem com um nome interessante; melhor ainda se souber que ele tem e faz sentido. Como gosto de montar personagens que vão além do papel cheio de anotações, tendo a fazer a história antes da ficha. Sem exceções, sempre me diverti mais com personagens que fiz a história antes da ficha.

Por isso, jogadores de RPG que visitam este blog. Quando forem fazer um personagem que seja memorável para vocês, escolham um bom nome. A internet tem vários sites para ajudar, sendo que alguns estão em alguns tópicos mais antigos. Nomes em sindarin e quenya são divertidos, mas nem sempre viáveis.

Numa próxima oportunidade eu continuo com os nomes. E espero ser mais criativo com o artigo.

Até a próxima!

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Segunda Edição do Blogville

Mudando um pouco de assunto, neste próximo final de semana vai acontecer um evento da blogosfera aqui da região de Joinville… Ou Xoinville, segundo meu amigo Juarez:

“Olá, irá acontecer a segunda edição do Blogville.
Para quem ainda não sabe o Blogville é um encontro descontraído de blogueiros aqui da região sul do Brasil e tem esse nome devido a cidade onde acontece: Joinville/SC.
A segunda edição irá ocorrer no dia 07/02 na Choperia Ministro, mesmo local do ano passado, mas desta vez em uma área reservada e maior. O ambiente conta com internet wireless, banheiros exclusivos e mais um monte de coisas boas.

O encontro servirá para discutir as novidades da web 2.0 em geral. Iremos falar sobre os blogs em si, seu papel na mídia atual, monetização, táticas para crescimento, como fazer meu blog crescer e outros assuntos que possam vir a ser úteis.

IMPERDÍVEL: A Via Hospedagem estará patrocinando 15 litros de Chopp para o pessoal que comparecer, da para perder isso?

Estamos esperando por todos vocês, faça sua inscrição para que possamos ter uma idéia de participantes, que será necessário para a reserva.”

Palavras do renanduarte, que está organizando isso. Desejo força, porque para organizar um evento nessa cidade não é fácil! Ainda mais com o pessoal que cuida da página da Choperia Ministro esquecendo de mudar as permissões da página, isto é, não adianta visitar a página deles, só aparece “forbidden”. Vai entender.

Então, se não acontecer nada de extraordinário que me impeça de ir, estarei lá! E provavelmente alguém vai beber mais, já que raramente engulo algo alcóolico.

Até a próxima!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

O problema dos nomes élficos em sindarin

Olá a todos! Demorei para conseguir organizar as idéias para que este post ficasse interessante. E como os programas de postagens estão atrasando a minha vida, vou direto ao ponto.


Creative Commons License

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.




O sindarin, linguagem élfica criada por Tolkien, trata os substantivos com adjetivos de um jeito bem semelhante ao português: Substantivos na frente de adjetivos na forma normal ou adjetivos na frente de substantivos na forma poetica. E para quem já estudou as páginas que passei nos artigos anteriores, deve ter visto que vários nomes atuais tem essa característica.

E por que estou tocando nesse assunto?
O caso é que muitos jogadores gostam de traduzir seus próprios nomes para usar em seus personagens. E saber o que ele significa é essencial para se ter um nome élfico que realmente tenha algo a ver com o jogador(a). Não vou esquecer das jogadoras; posso conhecer poucas, mas a maioria delas joga com elfas em ambientações medievais, que é o foco de se usar um nome élfico.

Então, vou mostrar oito exemplos de nomes élficos, quatro para homens e quatro para mulheres, todos com uma breve explicação de contrução.

Masculinos
Alexandre: Defensor da humanidade do grego Alexandros, Defensor dos homens. Beria- (proteger) + or/on/ron (que realiza ação, masculino) + uin (do/da) + edain (humanos) -> Berion uin edain -> Beredain. Nada mal, depois de usar algumas assimilações.

Carlos: Existem duas versões para o sentido, homem ou guerreiro, ambos do alemão. Isso nos dá sem grandes problemas os nomes Adan (homem) ou Maethor (guerreiro).

Gerson: do hebraico para estrangeiro, peregrino, exilado. Esses nos dão os seguintes nomes:
- uin (da) + dôr (terra) + hae (distante) + or/on/ron (sufixo masculino) = da terra distante, Ui dôr hae ron -> Uidôrchaeron para estrangeiro, o que me soa estranho, sinceramente não sei se está certo e pessoalmente não gostei;
- renia- (errar, andar a esmo) + on (sufixo masculino) = Renion, que é andarilho ou vagamundo, após uma assimilação;
- Edlenn, sendo literalmente a palavra exilado;

Gustavo: derivado do nordico antigo, significa "cajado dos godos" e gotos pode ser interpretado como "homens, povo". A construção: Vandil (cajado em qenya) + calimbo (alemão no qenya) = Calimbandil é baseada no Qenya (Quenya antigo) e apenas uma especulação. Como não conheço muito bem as transformações das palavras entre o Quenya e Sindarin, nem vou tentar uma "derivação" do nome para o Sindarin. Note que a ordem da palavra está invertida, ou seja, na forma poética.


Femininos
Andressa: Variação de Andrea, que por sua vez é a feminização de André (do grego Andreos), que significa homem ou guerreiro, entre outros, dependendo da fonte. Este nome é complicado, por ser a feminização de um nome bastante masculino. As opções são:
- Homem-mulher: Adan (homem) + sufixo feminino = Adaneth (mulher, de forma literal);
- Guerreira: Maethor (guerreiro) + ril (sufixo feminino de quem realiza ação) = Maethril;

Eliane: Provavelmente derivado do grego helios, que significa sol. É um nome simples -> Anor (sol) + eth (sufixo feminino) = Anoreth.

Elisabete: Significa "consagrada a deus" ou "meu deus é um juramento." O último significado é o mais prático de trabalhar -> Eru (deus) + -n (sufixo para meu) + gwest (juramento) + -eth/ril (sufixo feminino) -> Erun gwest ril/eth ~ Erunwethril ou Erunweth. Pessoalmente o último me soa mais apropriado, mas não que o primeiro não seja bom, o nome Elisabete por si só possui muitas versões.

Maria: do hebraico para genitora. Nana (mãe, literamente) ou Naneth (com a junção de sufixo). Dou preferência a Naneth, já que Nana é um nome mais humano, sendo o diminutivo de Joana no grego ou "a sétima" em japonês ou mesmo o diminutivo de Nancy do inglês "favor, graça".


Com esses exemplos é evidente que cada caso é um caso. Nem todos os nomes ficam bons na linguagem do povo eterno e alguns dão um tremendo trabalho para serem "traduzidos" para o sindarin.

Espero postar o próximo artigo nesta semana, pois já tenho assunto para ele. Tanto que a imagem deste artigo é uma dica para o próximo. Ou melhor, o nome da elfa é uma dica; dizer que é dentro da linha deste artigo é outra; e a última é que essa imagem é de um jogo da Capcom.

Até lá!

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Recado de 20/01/2009

Estive um pouco longe do blog e isso vai continuar por um tempo. Mas é por uma boa razão.

Estou trabalhando em cima do assunto de nomes novamente. Neste caso, como construir nomes baseados no material que tenho sobre Sindarin e Quenya, as linguagens élficas do Tolkien. Na verdade, é mais uma adaptação/guia dos nomes que podem ser construídos usando estas línguas.

Não é uma coisa fácil, já que uma das linhas guia dessas linguagens é que as palavras soem bonitas, o que nem sempre é possível dada a “criatividade” para nomes aqui no Brasil. Alguns nomes que encontro a princípio não são nada adaptáveis, obrigando uma pesquisa para saber o que poderiam significar, já que as criaturas que deram os nomes não faziam a mínima idéia do que estavam fazendo.

faltaimaginacao

A placa motivacional tem um pouco a ver com o que escrevi acima, mas também com um pouco do que passei na campanha recente. O bom é que o grupo é novo e não conhece os personagens que uso. É… apesar do tanto que já criei como narrador, ainda tenho meus momentos de falta de imaginação.

Até a próxima!

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Após um recesso…

Bem, pessoal…

Já que ninguém opina, vou postar umas coisas aleatórias para manter algumas coisas atualizadas.

retirada

Estou narrando uma campanha de D&D 3.5 durante os finais de semana para um pessoal que conheci perto do fim do ano passado. É um grupo legal, mesmo que seja um tanto… caótico.

E porque a placa motivacional? Na verdade tem tudo a ver com esse grupo, ou melhor, com o bárbaro do grupo, que já está na versão 2 e quase teve versão 3. É como o clérigo do grupo disse uma vez: “O mestre não precisa colocar inimigos, o grupo se mata sozinho”.

E sim, estou devendo as pérolas. vou ver se acho as anotações e consigo decifrar, já que as escrevo rindo. É muito difícil não rir de pérolas do nível de “Pessoas assassinadas estão mortas”; essa pérola é de um fansub gringo, ainda não achei nos subs brasileiros algo do mesmo nível no Fate/Stay Night.

Até a próxima!

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Voltando aos poucos…

No momento sem muito o que dizer, exceto que os meus posts sobre nomes de personagens até que são populares, mesmo que ninguém comente.

E isso me levou a uma idéia: aprofundar estas postagens, talvez colocando até mesmo listas de nomes. Nada muito extenso, até porque blogs não foram exatamente feitos para isso e porque, como eu, nem todos agüentam textos longos.

E sim, não vou abandonar as regras antigas de português tão cedo. Estudei forte para aprender a acentuar, não vou conseguir abandonar de um dia para o outro.

Bem, e o que eu fiz durante esse tempo? Bem, a placa abaixo resume bem:

Cognitive Hazard

Não é que os grupos não sejam ruins, apenas os personagens que aparecem são umas coisas muito estranhas.

Até a próxima!

Ps.: A sorte de um certo indivíduo é que esqueci onde deixei as anotações das pérolas dele, mas sai cada uma…