quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Mais um ano...

Para quem encontra este blog aleatoriamente e resolve ver como é tudo isso aqui, já deve ter percebido que posto muito pouco nos últimos anos. A falta de interesse da minha parte em fazer parte de um grupo é a grande responsável por essa inatividade. E tenho que admitir que encontrar quase só grupos de D&D 4 não ajuda.


Estive muito ocupado (e sem vontade de escrever), mas isso não impediu de fazer algo relacionado. Mas enquanto eu não maneirar com o MtG, fica um pouco difícil de aparecer algo aqui.

Bem, espero que eu me livre um pouco do Magic e volte ao RPG. Até a próxima!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

E mais nomes élficos!

A pedidos e também para movimentar um pouco mais este blog, mais um artigo sobre nomes élficos.

Na verdade montei este artigo para ser mais fácil de localizar os nomes que me foram pedidos. Por isso, se alguém quiser algum nome, dentro do possível, postarei mais nomes.

Depois do break, aos nomes que a leitora Karyne pediu:

terça-feira, 27 de julho de 2010

D&D 4.5 ou 3.95?

Não é preciso ser vidente para adivinhar que a Wizards of the Coast tra(i)ria algo de novo... Ou nem tanto.

Além desta notícia aqui dos Paragons que não serão mais publicados os três livros básicos do D&D 4.0 em mídia física, i. é, livros impressos e será lançada a série Essentials a partir do dia 7 de setembro próximo. Eu já tinha lido rumores sobre isso na RPGA, mas não esperava que isso se concretizasse.

E o que são os Essentials?
Basicamente uma série de livros que deverão servir de introdução/conversão aos novos jogadores e veteranos do 3.0 e 3.5, respectivamente. Me lembra muito o First Adventure da época do AD&D, quando tentaram atualizar o "Mundo Conhecido" do D&D 1ª edição para ser usado como porta de entrada aos novos jogadores.
O fato é que muitos jogadores não gostaram da 4ª edição e a WotC agora tenta remediar isso com o Essentials. 

Vai dar certo?
Sinceramente não sei, mas que isso cheira a uma preparação de terreno para uma 4.5 ou mesmo 5ª edição do D&D. Isso já foi um assunto debatido com amigos de outros blogs de RPG e se uma nova edição realmente se concretizar, não surpreenderá muita gente, se é que isso é possível.

Reações possíveis do meu grupo de RPG.

Se você sabe ler inglês, leia mais sobre o Essentials no Icosahedrophilia. Não vou traduzir porque D&D começou a se tornar cansativo de tantas versões.

Não é exatamente uma notícia legal agora que estou retornando ao blog, mas é bom informar sobre os malabarismos do mercado RPGista lá fora, pois podemos ficar novamente sem alguns materiais ótimos por aqui, como o que aconteceu com o Fiend Folio do D&D 3.0.

Até a próxima!

Ps.: A imagem foi uma homenagem à série de animação francesa Wakfu. Não gosto muito de MMOs, mas essa série me fez tirar o chapéu por tudo que ela mostrou na 1ª temporada.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Personagens de mecha, parte 1

É um título estranho, eu admito. Mas este artigo, e outros a seguir, tratam de um tema que pelo menos aqui na região não costuma ser muito tratado. Conheço gente que gosta de séries que apresentam algum elemento mecânico, sejam como veículos (transformáveis ou não), cientistas/engenheiros que constroem/reparam, ou mesmo os próprios personagens.

Como este é o primeiro sobre personagens de mecha, achei melhor separar os tipos de personagens em grupos por papel/atitude. Ah, lembrando que estes tipos de personagens não se limitam ao gênero mecha, mas sua presença é marcante neste gênero.

E os primeiros nesta série são…

segunda-feira, 22 de março de 2010

Algo de útil a mão (ou 1ª remessa da RPGA 2010)

Algo que achei muito interessante chegou para mim hoje e entre os brindes que recebo por jogos sancionados pela RPGA, desta vez tive uma surpresa agradável:

Cards de Condição
Esses cards são ótimos nas partidas de D&D 4ª  edição que estou jogando. Já nem sei quantas vezes tivemos que procurar nos livros as características destas condições que muitos monstros e armadilhas provocam.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Campanhas de começo de ano, parte 2 (A missão)

Continuando sobre as campanhas de começo de ano, mas agora falando das que eu participo como jogador apenas.
Tira a mão, Nathan!
Ainda com o pessoal da Taverna do Velho Paul, vamos às maluquices que rolaram:

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Campanhas de começo de ano...

Pois é, era para eu atualizar um pouco este blog com as campanhas que andaram rolando no final do ano passado e começo deste. E para não perder o costume, esqueci!

Mas antes tarde do que nunca, ainda mais que minha câmera voltou a funcionar direito. Então, às partidas, explicações e fotos:

sábado, 2 de janeiro de 2010

Uh? Hein? Feliz ano novo!

Mais uma vez voltando de outra ausência. E estou a um tempo sem RPG também; na verdade não muito, mas o último mês foi uma correria sem fim.

E agora um pouco sobre o tema principal deste blog... E olhe que estou meio atrasado:




Não é brincadeira, o vídeo acima é uma parceria da Kadokawa, responsável por vários animes recentes como Kiddy Girl-and, Kobato, Sora no Otoshimono, entre outros; e a Wizards of the Coast, que dispensa apresentações.

Se trata de uma light novel do livro Dragões do Crepúsculo do Outono. Essa publicação é no estilo do romances, mas com algumas ilustrações inseridas no meio e uma linguagem mais... simples ou acessível, depende o ponto de vista. É uma mídia bastante utilizada no Japão e uma das principais fontes de enredos de animes mais atuais.

Isso me leva a alguns pontos:
- O D&D quer ganhar força na terra do sol nascente. Sistemas genéricos, como o GURPS, fazem bem mais sucesso por lá.
- A Laurana ficou muito parecida com a Deedlit; malditos esteriótipos de elfas loiras.
- Tanis? É você? Esta com muita (mais) cara de Aragorn.
- Raistlin? Que é isso? Mais parece um pirralho.
- Pelo menos o Tass e o Flint não parecem muito diferentes.

Sim, comentários aleatórios a parte... Meu medo mesmo é que isso vire anime. E porque o medo? Essa light novel pode muito bem ser uma adaptação dos romances da Margaret Weis e do Tracy Hickman; e se for assim, somem algumas coisas e aparecem outras no lugar. Sim, eu sou um purista e casos de adaptações, que muitas vezes são mal feitas, me dão medo.

Pode ser só minha cabeça (e preconceitos), mas como a Kadokawa esteve envolvida no famigerado ciclo "Endless Eight" de Suzumiya Haruhi no Yuutsu, eu espero qualquer coisa deles. Em vários sentidos. Ainda mais se a Kyoto Animation também estiver envolvida. Blargh!

Até a próxima.

Ps.: Vou ver se ajeito o artigo sobre os tipos de personagens de campanhas de mecha. Meu material está um pouco desatualizado.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Dividir para se divertir

Agora ao assunto que eu devia ter tratado na vez anterior. E se trata de dividir o trabalho de narrar as partidas entre vários membros da mesa.
Sim, fora de foco 
Um bando de aventureiros desesperados (meu personagem é o do meio do grupo, entre um clérigo muito cabreiro e um drow ladino muito desastrado).
Mas porque fazer isso?
A razão mais óbvia é que isso dá oportunidade para quem está “mestrando” de poder jogar também. Já faziam alguns anos que eu não participava como jogador e isso faz uma falta tremenda.
O tempo para descansar a cabeça também é bom. Isso evita a fadiga de só narrar e pode evitar chances de cair sempre na mesma. E exceto se o grupo adora matar-pilhar-destruir, campanhas repetitivas assim não agradam a longo prazo. Mas isso já é assunto para outro post. Continuando…
Outra razão não tão óbvia é que ela dá oportunidade de preparar algo às partidas com mais calma. Seja tempo para conseguir idéias ou mesmo preparar eventos da campanha (encontros não aleatórios, ganchos de aventura) e é claro, algum roteiro alternativo, porque jogadores sempre arranjam um jeito de melar o que foi preparado.
Mas para não ficar apenas com texto, algumas fotos das partidas com o grupo da Taverna do Velho Paul, mais exatamente este pessoal aqui, exceto o Krüger, que não tem um horário bom para aparecer.

É uma campanha na ambientação Forgotten Realms, com o Giorgio narrando no D&D 3.5 nos Subterrâneos (Underdark para os veteranos). O grupo é composto pelo humano clérigo de Seluné do Pablo, drow ladino do Nathan e o meu elfo mago/guerreiro. Como tivemos problemas para chamar mais um jogador, por enquanto está assim:
PB020006 
Emboscada! (Droga de ladino distraído)
O grupo foi enganado e foi parar nos subterrâneos. Devido a dificuldade que o Giorgio planejou, começamos no 4º nível, pontuação alta para comprar atributos e dados de vida cheios. A dificuldade é maior pois o grupo não tem um “tanque”, conhecido como “defensor” na 4ª edição; o jogador que faltou ia cumprir esse papel.
Como a campanha ainda está no começo, o grupo está às escuras literal e figurativamente, não tem como dizer muita coisa, exceto:
- Tem muito beholder para enfrentar; agradeço a mim mesmo ter escolhido Sorte dos Heróis como talento regional. Falhar nas Resistências pode significar o fim do grupo.
- Aranhas, malditas aranhas. Outra razão para agradecer o Sorte dos Heróis. Se meu personagem fosse Ranger, esse seria um bicho da lista de inimigos prediletos.
- Como faz falta um anão no grupo para uma campanha dessas. Seja anão guerreiro, ladino ou ranger; quase qualquer classe seria uma ajuda. Isso me faz lembrar: nosso narrador pensou que tinha avisado que a campanha seria subterrânea, mas não o fez. Fuuuu-
PB020014 
Emboscada 2, a Missão (Seria, se não fosse a magia Alarme). O dado representa um arminho atroz abissal.
Solução para estes problemas: todos pegaram níveis de guerreiro para agüentar melhor o tranco dos combates. E meu mago/guerreiro mudou o foco de magias de ataque para magias de suporte/utilitárias; quase todos os inimigos tem resistência a magia, são muito furtivos ou ambos.
Tenho sérias desconfianças que o narrador jogou um pouco da série Eye of the Beholder (artigo apenas em inglês) que saiu para o DOS e alguns outros sistemas.
Na próxima, a outra campanha que está rolando.
Atualização 28/05/2012: Não houve fim desta campanha, nem outra campanha propriamente dita. E recuperei as fotos.
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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Ananos?

Bem, este post devia ser sobre as campanhas que estão rolando, seja comigo narrando ou apenas jogando.
Dwarf Ironbreaker do Warhammer online
Só que acabei lendo nos meus feeds da Valinor essa coisa aqui. Posso e estou um tanto atrasado, mas convenhamos, a Martin Fontes ter trocado Anões por “Ananos” foi dose. Acho pobre a possível desculpa do Tolkien que pluralizava “Dwarf” como “Dwarves” ao invés do padrão da época “Dwarfs”.
Se fosse assim, “elf” devia ter sido traduzido como “duende” (arrrrggh!) e “goblin” como “trasgo” (urgh!), já que anano é um termo mais usado no espanhol para nosso querido povo das rochas e estas seriam as traduções dos nomes destes povos de fantasia seguindo a mesma idéia. Notem que os três termos, (anano, duende e trasgo) existem na língua portuguesa, mas normalmente não são usados às mesmas coisas que o espanhol.
Agora ela seria uma… anana?
Fica aqui a questão: A Martin Fontes adotou essa mudança de nome. E se as editoras de RPG adotassem também essa… “nomenclatura”, o que você diria?
Já me adianto e escrevo minha opinião: Para que mudar algo que já é usado a tanto tempo, ainda mais com um pessoal que também é conhecido por sua estabilidade/teimosia?
E agora é com vocês!
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